sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Nutrição para uma vida Melhor!

Explosão e Reconhecimento da Marca Herbalife como uma Nutrição para uma Vida Melhor!!

                             

         No jogo de Brasil e Argentina exibido no dia 28/09, a Herbalife expõe mais uma vez a sua marca! 

              O Incrível ? É o reconhecimento mundial como a "Nutrição para uma vida Melhor!"  Prove você mesmo!

                                  
                                                                  Heider Costa
                                                          Consultor do Bem-Estar

   
 

Níveis de colesterol devem ser avaliados a partir dos 30 anos

    Nem todos sabem que o colesterol é uma substância necessária para o organismo. Sem ele, as células não formam a membrana que as envolve. No entanto, o desequilíbrio na produção desse tipo de gordura pode ter sérias implicações no organismo.
 
    O intrigante é que existem dois tipos de colesterol: o HDL, ou bom colesterol, que protege contra ataques cardíacos e o LDL, ou mau colesterol, que facilita a formação de placas de ateroma nas veias e artérias e favorece o aparecimento de doenças cardiovasculares.


    Nem sempre os níveis de colesterol são determinados pela dieta e estilo de vida. Colesterol alto não dá sintomas a não ser quando o estrago já está feito, o que torna seu controle uma medida indispensável para evitar riscos, uma vez que há relação entre colesterol elevado e acidentes cardiovasculares, no Brasil, a principal causa de morte em homens e mulheres.

Nas últimas décadas, demonstrou-se a associação entre níveis elevados de colesterol no sangue e ocorrência de doenças cardiovasculares. Veja bem, estou dizendo cardiovasculares e não apenas cardíacas. Isso significa que acidentes cerebrais e a insuficiência vascular periférica também fazem parte desse conjunto de enfermidades cujo denominador comum é a aterosclerose, doença ligada à elevação do colesterol que provoca entupimentos nas artérias e veias, ou seja, gera redução de luz e obstrução no interior das artérias e, consequentemente, diminuição do fluxo sanguíneo.


Níveis elevados de colesterol causam entupimento de artérias e veias. Ilustração: James Benet/iStock


    A aterosclerose é causa, por exemplo, de ataques cardíacos como infarto do miocárdio e angina (o principal sintoma é dor intensa no peito), de intervenções como pontes de safena e angioplastias e é causa também de acidentes vasculares cerebrais. Portanto, estamos falando de uma patologia, a aterosclerose, que tem como um dos fatores desencadeantes o colesterol aumentado.

 E o mau colesterol, como funciona?

     A longo prazo, o LDL, ou mau colesterol, estabelece relação clara com a ocorrência de doença cardiovascular. O estudo de Fremingham, nos Estados Unidos, que analisou ao longo de muitos anos mais de cinco mil pessoas, começando o acompanhamento quando elas eram ainda adolescentes ou estavam iniciando a fase adulta, demonstra a indiscutível relação entre doença cardiovascular e níveis aumentados do colesterol.

    Diante de tal evidência, tentou-se avaliar o que aconteceria se esses casos fossem tratados a longo prazo, quer dizer, o que aconteceria se conseguíssemos baixar suficientemente o nível de LDL nas pessoas que sofreram infarto, têm doença coronariana documentada por coronariografia ou se submeteram a cirurgia das coronárias. A conclusão a que mais de 20 estudos chegaram foi uniforme e constitui a chamada prevenção secundária. 

    A diminuição dos níveis de LDL, de fato, reduz a ocorrência de eventos cardiovasculares, ou seja, reduz a incidência de infartos fatais e não fatais, a necessidade de cirurgia e de angioplastia e a mortalidade. E mais: reduz também os índices de mortalidade por outras causas. Essa informação indica que a pessoa com LDL aumentado, especialmente se já manifestou algum problema cardíaco, precisa ser tratada.


    Na segunda etapa da investigação, procurou-se analisar o que aconteceria com uma parcela significativa da população que não tem doença cardíaca manifesta, mas apresenta nível de LDL aumentado. A resposta foi a mesma. Baixando o nível de LDL suficientemente, haverá redução dos eventos cardiovasculares e da mortalidade global dentro de quatro ou cinco anos. Curioso é que essa conclusão se aplica a homens e mulheres, jovens e adultos, fumantes e não-fumantes, hipertensos e não hipertensos.


    Essas duas informações nos obrigam a difundir a idéia de que a pessoa precisa medir os níveis de colesterol, pois se estiverem fora das faixas adequadas, corrigir essa anormalidade leva a uma redução substancial de eventos patológicos.

                                                                  Heider Costa
                                                          Consultor do Bem-Estar
 

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O sonho da vida longa

     Jesus Cristo morreu aos 33 anos. Apesar da morte trágica, não viveu muito menos do que seus contemporâneos; no Império Romano, poucos chegavam aos 40 anos de idade. Depois da morte de Jesus, muitos séculos se passaram sem que houvesse aumento significativo na duração média de vida da espécie humana. Em 1900, nos países mais ricos da Europa e nos Estados Unidos, a expectativa de vida ao nascer ainda estava abaixo de 50 anos.


     Então, veio o século XX. Nele, o desenvolvimento tecnológico da agropecuária – que permitiu o acesso de grandes massas populacionais a alimentos de melhor qualidade – e os avanços científicos da biologia – que conduziram às noções modernas de higiene e de saneamento básico, à vacinação em massa, aos antibióticos, à descoberta do colesterol e dos benefícios da atividade física – provocaram uma extensão dos limites da vida média sem paralelo na história da humanidade.


     Nos Estados Unidos, por exemplo, as mulheres que viviam em média 48,9 anos em 1900 passaram a viver 79 anos em 1995. As mulheres francesas, que viviam tanto quanto as americanas naquela época, ultrapassaram a média de 80 anos em 1987. Nesse mesmo ano, as japonesas, o subgrupo humano de maior longevidade, atingiram a média de 83 anos. No decorrer do século XX, no Brasil e em outros países em desenvolvimento, a expectativa de vida também saltou dos 40 anos para a casa dos 70.


EXPECTATIVA DE VIDA NO SÉCULO XXI


     Esse aumento espetacular da expectativa de vida fez surgirem as mais variadas especulações a respeito do que acontecerá no século XXI. Extrapolando os dados dos últimos cem anos, muitos imaginam que as crianças nascidas nas próximas décadas viverão 150 anos.
 

     Três autores, S. Olshansky, B. Carnes e A. Désesquelles, acabam de publicar um estudo na revista “Science” que joga um balde de água fria em nossas pretensões de longevidade ilimitada.
Os autores compararam os dados demográficos de três países (Estados Unidos, França e Japão) no período de 1985 a 1995 e chegaram às seguintes conclusões:


1) nos três países, de fato, a expectativa de vida aumentou nesse período;


2) quando a média de duração da vida de uma população se aproxima de 80 anos, os ganhos futuros em longevidade caminham em passos cada vez mais lentos;


3) nas próximas décadas, para que a expectativa de vida alcance 85 anos, deverão ocorrer reduções muito drásticas nos índices de mortalidade em todas as faixas etárias. Para atingir esse objetivo entre as mulheres japonesas, o subgrupo que está mais próximo dele, a mortalidade geral deverá cair 20%; no caso das francesas, 26% e, no das americanas, mais do que 50%;


4) projetando os números obtidos no período de 1985 a 1995, a expectativa de vida dos franceses (homens e mulheres) só chegará aos 85 anos em 2033, a dos japoneses, em 2035 e a dos americanos, em 2182;


5) para a expectativa de vida ultrapassar 100 anos, mesmo em países com populações de grande longevidade, como França e Japão, será preciso eliminar todos os riscos de morte antes dos 85 anos.


ENTROPIA DAS TABELAS DEMOGRÁFICAS


    Os números mostram que, à medida que aumenta, a expectativa de vida fica menos sensível à queda dos índices de mortalidade. Esse fenômeno, conhecido como entropia das tabelas demográficas, pode ser ilustrado com as mulheres francesas que, em 1900, tinham expectativa de vida ao redor de 50 anos. Nessa época, bastava uma redução de 4,1% na mortalidade para que a expectativa aumentasse um ano. Nos dias atuais, para aumentá-la de 80 para 81 anos, a mortalidade na França precisa cair 9,1% em todas as faixas etárias.


    Nos países industrializados, o impacto da redução da mortalidade ocorrida no século XX dificilmente será repetido nos próximos cem anos porque foi conseqüência do controle das doenças infecciosas. No futuro, só haverá aumento significativo da expectativa de vida nesses países se ocorrer redução expressiva dos índices de mortalidade da população acima dos 50 anos, portadora de doenças degenerativas.


    Os autores concluem que as análises demográficas do período estudado deixam claro que os próximos aumentos da expectativa de vida serão contados em dias ou meses, não em anos. Para saltos numéricos comparáveis aos do século passado, será necessário acrescentar décadas de vida aos que já viveram mais de 70 anos. Isso só será possível quando a ciência desenvolver métodos eficazes para retardar o envelhecimento do corpo humano.


LONGEVIDADE DO SEXO FRÁGIL


    Aqui vale ressaltar que o conceito de sexo frágil atribuído às mulheres não encontra justificativa biológica. O organismo feminino foi desenhado para durar mais: em todos os países, a vida média dos homens é pelo menos dois ou três anos inferior à das mulheres.

    Nós, do chamado sexo forte, morremos bem mais cedo do que elas. A explicação tradicional para essa constatação demográfica tem sido a de que levamos vidas mais atribuladas e cheias de riscos. Afinal, em nossa história evolutiva, nós é que saíamos atrás da caça e declarávamos guerra aos inimigos para roubar-lhes os pertences e o território, enquanto elas permaneciam no aconchego das cavernas tomando conta dos filhos que trazíamos ao mundo.


    O maior apego feminino à prole também costuma ser usado como justificativa evolucionista para o ganho de longevidade delas. No passado, levaram vantagem na seleção natural não apenas as mães que cuidaram bem de seus filhos, mas especialmente as que viveram mais tempo, entraram em menopausa e puderam ajudar na criação dos netos. Essas mulheres de vida mais longa teriam deixado mais descendentes, garantindo maior penetração de seus genes no “pool” genético das gerações futuras.


    Embora avós carinhosas aumentem as chances de sobrevivência dos netos e os dados estatísticos mostrem que os homens têm maior probabilidade de morrer em desastres automobilísticos, em homicídios e em acidentes com armas de fogo, esses eventos não constituem explicação definitiva para a diferença de longevidade entre os dois sexos.


    A frequência de homicídios e de acidentes fatais começa a aumentar significativamente entre os homens a partir da puberdade, de fato, mas diminui a partir dos 30 ou 40 anos para tornar-se praticamente igual à das mulheres depois dos 60 anos. Mesmo depois dessa idade, entretanto, continuamos a morrer mais cedo do que elas.

                                                        Heider Costa
                                                Consultor do Bem-Estar

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Agência USP de Notícias » Chá verde é aliado na perda de peso e gordura corporal!!!

    Publicado em 13/setembro/2011 | Editoria : Saúde  


     Pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, analisa o efeito do chá verde no controle da obesidade e aponta que o produto pode ser um aliado alimentar para a perda de peso e diminuição da gordura corporal. O trabalho da pesquisadora Gabrielle Aparecida Cardoso comparou a taxa metabólica de mulheres com sobrepeso e obesidade grau I, pré e pós consumo de chá verde aliado ou não à prática de exercício físico. Ao mesmo tempo, o estudo avaliou a aceitabilidade da bebida, bem como possíveis reações adversas causadas pelo seu consumo.



Aumento da força muscular é maior quando chá é consumido antes de exercícios!!
    O estudo avaliou os efeitos do consumo de chá verde e da prática ou não de exercício físico resistido sobre a Taxa Metabólica de Repouso (TMR) e a composição corporal em mulheres com índice de massa corporal entre 25 quilos por metro (kg/m) a 35 kg/m. As voluntárias foram divididas em quatro grupos e durante dois meses seguiram o protocolo de pesquisa. As voluntárias do grupo 1 tomaram chá verde, enquanto as do grupo 2 tomaram placebo. As do grupo 3 tomaram chá verde e exercitaram-se enquanto que as do grupo 4, tomaram placebo e exercitaram-se.
Os resultados mostraram que o grupo 1 perdeu uma quantidade de peso relevante para o período de estudo (- 5,7 kg em média) com manutenção da massa magra. O grupo 2, utilizando placebo, não perdeu peso, ganhou massa gorda e perdeu massa magra. Quanto ao grupo 3 (chá verde + exercício físico de resistência) teve sua composição corporal modificada apresentando maior perda de gordura, maior ganho de massa muscular, maior aumento da força muscular e redução dos níveis de triglicérides superiores aos apresentados pelo grupo 4 (placebo + exercícios físicos de resistência).


     “O consumo de chá verde aliado à prática de exercício físico auxilia na redução do triglicérides, ganho de força muscular, ganho de massa magra e na redução da massa gorda”, explica Gabrielle. Além de proporcionar uma mudança na composição corporal, o consumo do produto, aliado aos exercícios, auxilia na utilização da gordura corporal como fonte de energia e no aumento da massa magra. “O aumento da força muscular é maior quando o chá verde é consumido antes da prática dos exercícios propostos.”


Benefícios

     Segundo a pesquisa, o chá verde é a segunda bebida mais consumida no mundo e contém grande quantidade de compostos que proporcionam uma série de benefícios à saúde. Dentre eles a redução do risco de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer, melhoria das funções fisiológicas, efeito anti-hipertensivo, proteção ultravioleta, aumento da densidade mineral óssea, entre outras. A pesquisa ainda reforça que a ingestão do extrato também suprime a utilização de carboidrato, que gera aumento na quantidade de glicogênio no músculo, auxiliando o aumento da resistência na corrida, e por se ter menos lactato, há uma maior disposição física para continuar o exercício físico.
 

   As taxas de sobrepeso dos brasileiros aumentaram significativamente nos últimos quatro anos. Segundo o Ministério da Saúde, analisando um grupo de 54 mil pessoas adultas, revelou-se que 51% dos homens e 42,6% das mulheres estavam acima do peso adequado. Entre as crianças, os índices são mais assustadores. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no País, quatro vezes mais do que há 20 anos.


   Estilo de vida saudável, associado a uma dieta adequada, prática de exercícios físicos, abstinência de bebidas alcoólicas e do tabaco, podem combater a doença além de contribuírem para a melhora da qualidade de vida. Além disso, o consumo de certos alimentos funcionais, que produzem efeitos metabólicos, fisiológicos e benéficos à saúde parece ser muito útil no controle do peso. Enquanto alguns desses alimentos são capazes de promover saciedade, caso das fibras, outros possuem ação termogênica e aumentam a oxidação de gorduras, como é o caso do chá verde.


   A pesquisa de Gabrielle Aparecida Cardoso foi realizada no Programa de Pós-graduação de Ciência e Tecnologia dos Alimentos da Esalq, que teve bolsa de mestrado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O estudo foi orientado pela professora Jocelem Mastrodi Salgado, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN) da Escola.

                                                        Heider Costa
                                                Consultor do Bem-Estar

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Não Coma Isso: 4 Motivos Para Evitar Lanches Noturnos..

Como o velho provérbio sobre ursos na floresta: se ninguém me vê comendo, será realmente culpa minha que a pizza desapareceu?


1. Seus dentes. Um novo estudo descobriu que pessoas que lancham no meio da noite são mais propensas a perder os dentes à medida que envelhecem. O problema? Ninguém quer escovar os dentes depois da colher de manteiga de amendoim às 2:00 e a sua salivação está mais lenta – de modo que o alimento não seja digerido normalmente.


2. Sua cintura. Embora os pesquisadores dizem que um petisco tarde da noite provavelmente não vai fazer você ganhar peso se for uma coisa ocasional, eles descobriram que lanches noturnos estão diretamente ligados a transtornos alimentares. Então, se você visita com frequência a geladeira de noite, veja se não tem alguma compulsão alimentar.


3. Seus hábitos de sono. Ninguém quer ir para a cama com fome, mas o sentimento de barriga cheia pode realmente deixá-lo mais desconfortável e não deixar você dormir. Beber bebidas cafeinadas ou consumir alimentos picantes também podem ter efeito indesejado no meio da noite.


4. Sua digestão. A mesma regra que se aplica a comer antes de dormir se aplica no meio da noite – se você está propenso a azia, comer e ir deitar deixa as coisas piores ainda porque a conexão entre o esôfago e o estômago ficam horizontais (que deveria ser vertical).

                                                         Heider Costa
                                                Consultor do Bem-Estar 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Comer churrasco aumenta as chances de câncer

   Cientistas dizem que assar a carne na churrasqueira introduz substâncias nocivas nela. É um exemplo de como o processamento pode ter efeitos indesejados nos alimentos.

     Os resíduos e contaminantes químicos orgânicos e inorgânicos capazes de apresentar riscos para a saúde humana estiveram em destaque no 10º Simpósio Internacional Abrapa de Inocuidade de Alimentos, realizado nos dias 20 e 21 de junho, em São Paulo, pela Associação Brasileira para a Proteção dos Alimentos (Abrapa). Entre os assuntos discutidos está a introdução de substâncias nocivas nos alimentos em seu processamento. Um exemplo está nos compostos conhecidos como HPA, que são acrescentados à carne quando ela é assada em churrasqueira e podem aumentar as chances de câncer nos apreciadores de churrasco.

     O evento, realizado no Conselho Regional de Química, teve como objetivo ressaltar os aspectos atuais da segurança química e microbiológica da alimentação humana em todo o mundo, com destaque para o Brasil. Para isso, representantes de órgãos como o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura apresentaram resultados de estudos e de iniciativas na área.

     Adriana Pavesi Arisseto, pesquisadora do Ital, ressaltou que, ao mesmo tempo em que certos procedimentos são adotados para melhorar a qualidade e a variedade de alimentos a serem consumidos pelos brasileiros, eles também podem oferecer riscos para a saude humana, dependendo de como são empregados. Uma dessas práticas é o processamento de alimentos. “Certamente é um processo sem o qual não conseguimos viver, mas traz também desvantagens”, disse.

     Durante sua exposição, Arisseto assinalou aspectos positivos do processamento, entre os quais a segurança alimentar, a eliminação de bactérias patogênicas, toxinas e enzimas, o aumento na quantidade de nutrientes e a oferta de alimentos mais convenientes e diversificados. “No entanto, certos processos podem gerar, para os produtos finais, certas desvantagens. Um deles é a perda de nutrientes, como as vitaminas, e de qualidade sensorial, além da eventual formação de substâncias tóxicas”, disse.

       Câncer
    A pesquisadora explicou que tais substâncias tóxicas não estão presentes na matéria-prima. Sua formação depende do processo aplicado no alimento ou, então, das reações químicas ocorridas entre os próprios compostos – que podem estar presentes nos alimentos ou são adicionados no processamento.

   “Esses compostos são preocupantes por duas razões. A primeira se deve ao fato de que a sua presença é impossível de ser evitada. E a segunda é o potencial tóxico que apresentam. A maioria é carcinogênica, associada a fatores tóxicos como, por exemplo, neurotoxicidade, citoxicidade, entre outros efeitos adversos”, alertou.

Leia o restante desta reportagem no site da Exame.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Largue a latinha! 5 motivos para abandonar o refrigerante!!

     Se conta com refrigerantes para passar o dia, é hora de reconsiderar suas opções. Coca-Cola pode manter você ativo, mas os contras de beber uma superam facilmente as vantagens. Antes de partir para outra bebida gaseificada, confira alguns bons motivos para você parar de beber refrigerantes.

  • Perda óssea: Enquanto cientistas discutem a razão exata, a maioria concorda que beber refrigerante é ruim para os nossos ossos e desencorajam-nos de ter algo mais saudável como um copo de leite ou água. Ainda assim, alguns acreditam que o ácido fosfórico em refrigerantes pode levar a osteoporose.
  • Hipertensão arterial: evite idas ao médico evitando ainda mais um refrigerante por dia. Estudos mostram que pessoas que consomem refrigerantes açucarados e gaseificadas aumentam seu risco de diabetes tipo 2, entre outras doenças.
  • Cáries: Não é preciso ser um neurocirurgião para perceber que refrigerantes não são as melhores bebidas para os dentes. As bebidas ácidas podem desgastar o esmalte dos dentes e causam a deterioração.
  • Açúcar, açúcar, açúcar: Se você quiser uma overdose em sua dose diária de açúcar, vá em frente e beba um refrigerante. As opções clássicas tipicamente são cheias de açúcar, que, conseqüentemente, pode colocar você numa hiperglicemia e eventualmente numa hipoglicemia. E refrigerantes diet não vão tirá-lo do aperto também.
  • Antisede: Com sede? Não vá de refrigerante. As bebidas gaseificadas podem gostosas quando se bebe, mas muitas vezes eles deixam você com mais sede do que antes um pouco depois.

     Algumas opções são: um copo de água, leite, chá ou suco podem ajudar para seus propósitos de uma maneira muito mais saudável. Quais seus outros motivos para não beber refrigerantes?

                                                     Heider Costa
                                             Consultor do Bem-Estar