quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Não Coma Isso: 4 Motivos Para Evitar Lanches Noturnos..

Como o velho provérbio sobre ursos na floresta: se ninguém me vê comendo, será realmente culpa minha que a pizza desapareceu?


1. Seus dentes. Um novo estudo descobriu que pessoas que lancham no meio da noite são mais propensas a perder os dentes à medida que envelhecem. O problema? Ninguém quer escovar os dentes depois da colher de manteiga de amendoim às 2:00 e a sua salivação está mais lenta – de modo que o alimento não seja digerido normalmente.


2. Sua cintura. Embora os pesquisadores dizem que um petisco tarde da noite provavelmente não vai fazer você ganhar peso se for uma coisa ocasional, eles descobriram que lanches noturnos estão diretamente ligados a transtornos alimentares. Então, se você visita com frequência a geladeira de noite, veja se não tem alguma compulsão alimentar.


3. Seus hábitos de sono. Ninguém quer ir para a cama com fome, mas o sentimento de barriga cheia pode realmente deixá-lo mais desconfortável e não deixar você dormir. Beber bebidas cafeinadas ou consumir alimentos picantes também podem ter efeito indesejado no meio da noite.


4. Sua digestão. A mesma regra que se aplica a comer antes de dormir se aplica no meio da noite – se você está propenso a azia, comer e ir deitar deixa as coisas piores ainda porque a conexão entre o esôfago e o estômago ficam horizontais (que deveria ser vertical).

                                                         Heider Costa
                                                Consultor do Bem-Estar 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Comer churrasco aumenta as chances de câncer

   Cientistas dizem que assar a carne na churrasqueira introduz substâncias nocivas nela. É um exemplo de como o processamento pode ter efeitos indesejados nos alimentos.

     Os resíduos e contaminantes químicos orgânicos e inorgânicos capazes de apresentar riscos para a saúde humana estiveram em destaque no 10º Simpósio Internacional Abrapa de Inocuidade de Alimentos, realizado nos dias 20 e 21 de junho, em São Paulo, pela Associação Brasileira para a Proteção dos Alimentos (Abrapa). Entre os assuntos discutidos está a introdução de substâncias nocivas nos alimentos em seu processamento. Um exemplo está nos compostos conhecidos como HPA, que são acrescentados à carne quando ela é assada em churrasqueira e podem aumentar as chances de câncer nos apreciadores de churrasco.

     O evento, realizado no Conselho Regional de Química, teve como objetivo ressaltar os aspectos atuais da segurança química e microbiológica da alimentação humana em todo o mundo, com destaque para o Brasil. Para isso, representantes de órgãos como o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura apresentaram resultados de estudos e de iniciativas na área.

     Adriana Pavesi Arisseto, pesquisadora do Ital, ressaltou que, ao mesmo tempo em que certos procedimentos são adotados para melhorar a qualidade e a variedade de alimentos a serem consumidos pelos brasileiros, eles também podem oferecer riscos para a saude humana, dependendo de como são empregados. Uma dessas práticas é o processamento de alimentos. “Certamente é um processo sem o qual não conseguimos viver, mas traz também desvantagens”, disse.

     Durante sua exposição, Arisseto assinalou aspectos positivos do processamento, entre os quais a segurança alimentar, a eliminação de bactérias patogênicas, toxinas e enzimas, o aumento na quantidade de nutrientes e a oferta de alimentos mais convenientes e diversificados. “No entanto, certos processos podem gerar, para os produtos finais, certas desvantagens. Um deles é a perda de nutrientes, como as vitaminas, e de qualidade sensorial, além da eventual formação de substâncias tóxicas”, disse.

       Câncer
    A pesquisadora explicou que tais substâncias tóxicas não estão presentes na matéria-prima. Sua formação depende do processo aplicado no alimento ou, então, das reações químicas ocorridas entre os próprios compostos – que podem estar presentes nos alimentos ou são adicionados no processamento.

   “Esses compostos são preocupantes por duas razões. A primeira se deve ao fato de que a sua presença é impossível de ser evitada. E a segunda é o potencial tóxico que apresentam. A maioria é carcinogênica, associada a fatores tóxicos como, por exemplo, neurotoxicidade, citoxicidade, entre outros efeitos adversos”, alertou.

Leia o restante desta reportagem no site da Exame.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Largue a latinha! 5 motivos para abandonar o refrigerante!!

     Se conta com refrigerantes para passar o dia, é hora de reconsiderar suas opções. Coca-Cola pode manter você ativo, mas os contras de beber uma superam facilmente as vantagens. Antes de partir para outra bebida gaseificada, confira alguns bons motivos para você parar de beber refrigerantes.

  • Perda óssea: Enquanto cientistas discutem a razão exata, a maioria concorda que beber refrigerante é ruim para os nossos ossos e desencorajam-nos de ter algo mais saudável como um copo de leite ou água. Ainda assim, alguns acreditam que o ácido fosfórico em refrigerantes pode levar a osteoporose.
  • Hipertensão arterial: evite idas ao médico evitando ainda mais um refrigerante por dia. Estudos mostram que pessoas que consomem refrigerantes açucarados e gaseificadas aumentam seu risco de diabetes tipo 2, entre outras doenças.
  • Cáries: Não é preciso ser um neurocirurgião para perceber que refrigerantes não são as melhores bebidas para os dentes. As bebidas ácidas podem desgastar o esmalte dos dentes e causam a deterioração.
  • Açúcar, açúcar, açúcar: Se você quiser uma overdose em sua dose diária de açúcar, vá em frente e beba um refrigerante. As opções clássicas tipicamente são cheias de açúcar, que, conseqüentemente, pode colocar você numa hiperglicemia e eventualmente numa hipoglicemia. E refrigerantes diet não vão tirá-lo do aperto também.
  • Antisede: Com sede? Não vá de refrigerante. As bebidas gaseificadas podem gostosas quando se bebe, mas muitas vezes eles deixam você com mais sede do que antes um pouco depois.

     Algumas opções são: um copo de água, leite, chá ou suco podem ajudar para seus propósitos de uma maneira muito mais saudável. Quais seus outros motivos para não beber refrigerantes?

                                                     Heider Costa
                                             Consultor do Bem-Estar 

domingo, 11 de setembro de 2011

Anvisa alerta sobre os riscos no consumo da ‘ração humana’

Sozinho, produto não tem os nutrientes de que uma pessoa precisa.
      A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta terça-feira (7) uma nota alertando a população sobre os riscos do consumo de um produto conhecido como “ração humana”. Segundo o órgão, o consumidor é levado a acreditar que, alimentando-se apenas dessa ração, estará ingerindo todos os nutrientes de que precisa, o que não é verdade.


    O produto é usado por pessoas que procuram perder peso. Geralmente, é composto por uma mistura de cereais, farinhas e outros ingredientes. O consumo de tais substâncias não faz mal, mas não é suficiente para uma alimentação correta. A nota enfatiza que é necessário balancear os alimentos para evitar doenças como a anemia.


    Para garantir a quantidade certa de nutrientes no corpo, o texto recomenda ainda que as pessoas procurem orientação profissional antes de mudar os hábitos alimentares.
    O uso do nome “ração humana” fica proibido em produtos comercializados no Brasil. A Anvisa afirma que a expressão “não indica a verdadeira natureza e característica desse alimento” e, por isso, confunde o consumidor.

Leia o restante desta notícia (e veja vídeo) no site do G1.

                                               Heider Costa
                                       Consultor do Bem-Estar

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Suplementos alimentares são importantes para uma boa saúde !!

        Mais de 90% dos brasileiros não consomem a 
                          quantidade certa de vitaminas


   De modo geral, detestamos mudanças. Fazemos tudo para preservar hábitos, crenças e estilo de vida. Por isso ainda achamos que basta dar uma pelada semanal ou participar de uma partida de futebol no fim de semana com os amigos é suficiente para manter a forma, que vitaminas engordam e podem não fazer bem e que essa história de suplementação alimentar foi inventada e podemos tirar todos os nutrientes em sua forma e quantidade ideal dos alimentos. Pois saiba que precisa de suplementos mesmo o paciente ideal, ou seja, aquele que se alimenta bem, não fuma, bebe com moderação e se exercita diariamente.

    Essa afirmação pode parecer estranha. Antigamente uma alimentação normal era suficiente para prover todas as vitaminas que o nosso organismo necessita. Mas, infelizmente, os alimentos de hoje são muito, mas muito menos nutritivos que os do passado.  

Segundo dados de pesquisas feitas pelo IBGE, 98% da população brasileira não ingere a quantidade ideal de vitaminas.

     Ai vai um exemplo: seriam necessárias 60 porções de espinafre para conseguir a mesma quantidade de ferro encontrada em apenas uma porção do mesmo alimento produzido em 1948! E não menos de 25 copos desse vegetal para atingir a quantidade recomendada de vitamina E, que protege o sistema cardíaco.

Para ter uma ideia, apenas 4% dos americanos recebem a quantidade mínima de vitaminas recomendada por dia. E tem mais: 91% dos americanos não consomem a quantia recomendada de frutas e vegetais e 2/3 deles têm dieta deficiente em zinco, vital para a integridade do sistema imunológico. 

No Brasil, esses números são ainda piores. Segundo dados de pesquisas feitas pelo IBGE, 98% da população brasileira não ingere a quantidade ideal de vitaminas por dia e 92%, não come frutas com frequência. Além disso, 88% da população ingere mais do que as duas miligramas de sal refinado diariamente, consumo considerado excessivo. 



    A menos que você seja uma raríssima exceção, só tem conseguido manter níveis sofríveis de vitaminas e minerais. É nesse quadro que a suplementação alimentar se torna essencial para a manutenção da boa saúde de grande parte da população brasileira. Por isso, procure um médico ou profissional, e pergunte quais são os nutrientes que estão mais em falta em seu organismo.

  Para ter saúde de verdade, você precisa bem mais do que os níveis mínimos recomendados. Não vacile!

                     
                                                    Heider Costa
                                             Consultor do Bem-Estar 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sete fatores favorecem o Mal de Alzheimer, conheça-os !!

Mal de Alzheimer - Getty Images    O Mal de Alzheimer é uma doença silenciosa, que se mostra aos poucos. No Brasil, segundo o IBGE, estima-se que 1,2 milhões de pessoas sofram da doença - 100 mil novos casos por ano. Segundo Yolanda Boechat, geriatra e coordenadora do Centro de Referência em Atenção ao Idoso da UFF-RJ, o único fator universalmente aceito para o diagnóstico da doença é a idade. O histórico familiar também é levado em consideração, mas sem tanta precisão.

   No entanto, conforme a evolução de pesquisas científicas, outros fatores que influenciam direta ou indiretamente o desenvolvimento da doença são descobertos. Segundo estudo realizado por pesquisadores do San Francisco VA Medical Center, Estados Unidos, sete hábitos podem ser fatores de risco para a demência: sedentarismo, uso de álcool, depressão, tabagismo, diabetes, hipertensão na meia idade e obesidade.

   Aproximadamente 33,9 milhões de pessoas no mundo sofrem do Mal de Alzheimer. Dessas, segundo o estudo, 17,2 milhões de casos (que representam 51%) estão ligadas aos fatores citados acima. No entanto, vale ressaltar que as descobertas são frutos de pesquisas e ainda não são considerados fatores determinantes para o desenvolvimento da doença, embora a influência já seja conhecida.

      De onde vem o Alzheimer?

   Entender de onde vem esse tipo de demência cerebral facilita no entendimento dos fatores de risco. O neurologista e geneticista David Schlesinger, do Hospital Albert Einstein, explica que o Alzheimer surge do acúmulo de uma proteína chamada beta-amilóide no cérebro - que, na verdade, acontece em todas as pessoas.
    "O que vai determinar que uma pessoa manifeste a doença ou não são duas coisas. Primeiro, o quanto de cérebro ela tem. Se ela usa mais o cérebro e estudou mais, resiste mais à lesão. A segunda coisa é o quanto de outras lesões pode estar presente", diz o neurologista, explicando que as demais lesões são provenientes de doenças cardiovasculares. O uso do cérebro, lembra Yolanda, contribui com o aumento de ligações entre os neurônios, retardando o aparecimento da demência.

     Demência mista

A maioria dos fatores citados pela pesquisa do San Francisco VA Medical Center influencia a saúde cérebro-vascular. Cássio Bottino, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, explica que os indicadores fumo, obesidade, hipertensão e diabetes contribuem para o aumento de lesões que facilitam a perda de cognição do cérebro.

   Há uma relação entendida pelos especialistas como demência mista: as doenças vasculares influenciam de tal forma o desenvolvimento do Mal de Alzheimer que, segundo Schlesinger, é raro encontrar pacientes cuja doença cresceu apenas graças ao aumento da proteína beta-amilóide. "A maioria das pessoas com demência tem Alzheimer e demência vascular", conta.

    A geriatra Yolanda explica que a síndrome metabólica eleva a incidência de doença vascular cerebral, além de aumentar o estresse oxidativo. A síndrome é a associação de doenças como obesidade, hipertensão arterial, hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue), aumento dos níveis de triglicérides, diminuição dos níveis de colesterol "bom" HDL e aumento dos níveis de ácido úrico no sangue.

    Em comum, todos esses males provocam um maior acúmulo de gordura no sangue, dificultando a circulação pelo corpo. Com isso, há um aumento de lesões microcardiopáticas, assim como a atrofia cerebral. O excesso de glicose no sangue, proveniente do diabetes, tem as mesmas consequências. Segundo a especialista, esses fatores, juntos, podem elevar a perda da memória em até 40%.

     Hipertensão

    A hipertensão funciona na mesma linha de danos. De acordo com Cássio Bottino, esse problema lesiona os vasos sanguíneos, em especial os do cérebro, que são muito sensíveis. A manutenção da pressão alta pelo organismo provoca lesões nos pequenos vasos cerebrais, sensíveis e vulneráveis. Danificados, eles acabam levando menos sangue, oxigenação e nutrientes para o cérebro.

    O tecido cerebral é muito dependente da oxigenação do sangue. "Se há uma diminuição do fluxo sanguíneo e, consequentemente, da oxigenação, acaba existindo um risco de o cérebro perder função", esclarece. Segundo o estudo, o maior risco ocorre para portadores da hipertensão desde a meia-idade. Isso, segundo Bottino, acontece porque os grandes riscos acontecem pela manutenção da pressão alta. Quando uma pessoa desenvolve hipertensão, ela costuma mantê-la até o fim da vida, apenas cuidando de seu controle. Com o tempo, esse mal vai danificando os vasos sanguíneos do cérebro, levando à diminuição da parte do tecido cerebral em funcionamento. 

Cigarro - Getty ImagesTabagismo e álcool

    Outro fator indicado pela pesquisa é o tabagismo. "O fumo aumenta muito a exposição a uma maior lesão de qualquer célula, não só neuronal", conta Yolanda Boechat. No caso do cérebro, o cigarro acelera o processo de envelhecimento neurológico e atrofia cerebral, o que agrava as chances de Alzheimer. Além disso, lembra Cássio, é possível que o risco aumente por causa de pequenos infartos cerebrovasculares que aumentam a morte de neurônios.

  Já o álcool pode ser uma faca de dois gumes, tudo depende da quantidade ingerida. Trabalhos científicos mostram que o consumo moderado atua em prol da saúde do coração e do cérebro, podendo retardar o aparecimento do Mal de Alzheimer. No entanto, segundo Yolanda, o consumo de mais de duas doses diárias aumenta em quase 10% as chances de ter distúrbios neurológicos. Bottino esclarece esse dado, dizendo que o alcoolista crônico terá perda de tecido cerebral - ou seja, o tamanho de seu cérebro diminuirá -, além de esquecimento e perda de memória recente.

       Sedentarismo

    A rotina sedentária também foi apontada como uma atenuante da demência. Além de a atividade física ser poderosa combatente da obesidade - um dos fatores apontados pelo estudo -, ela banha o cérebro com endorfina. Esse hormônio é um antioxidante responsável por fazer uma espécie de varredura no cérebro, como explica Yolanda. Assim, existe uma ação contra o envelhecimento cerebral. "A prática regular de atividade física também contribui com a irrigação sanguínea das células neuronais, melhorando as suas funções", conta a médica. 

        Depressão

   Por fim, os pesquisadores indicaram a depressão como agravante do Alzheimer. A geriatra Yolanda Boechat conta que essa doença leva a pessoa ao isolamento social, fazendo com que ela tenha menor contato com outras pessoas. Com pouco contato, o portador da depressão acaba não usando muito a sua habilidade de memória social, diminuindo a capacidade de comunicação entre um neurônio e outro. "Se não for tratada, em longo prazo, a depressão pode levar à falência da área especifica da memória", diz. Além disso, acrescenta Bottino, a depressão tem sido associada à diminuição do hipocampo, região do lóbulo temporal associada ao processamento de memória recente.

    Apesar de trabalhos científicos apontarem esses fatores como agravantes do Mal de Alzheimer, os três especialistas afirmam que as relações são parciais, ou seja, não existem estudos que definam com precisão a influência. Por isso, os setes fatores são considerados relacionados, e não determinantes, para o desenvolvimento da doença. Hoje, sabe-se que a melhor maneira de proteger o cérebro é mantê-lo ativo - com interação social, atividades de lazer e estudos.

                                                    Heider Costa
                                             Consultor do Bem-Estar 

Café da manhã repõe energia e ajuda a aumentar o rendimento intelectual!!!

    O café da manhã é uma refeição fundamental para despertar, começar bem o dia e acelerar o metabolismo. Mas muitos brasileiros pulam essa parte, vão direto para o trabalho e “enganam o estômago” até a hora do almoço.

    Os médicos falaram sobre as características ideais do primeiro prato do dia e como esse hábito se forma ainda na infância. Também explicaram por que ficar muito tempo em jejum pode engordar, ao invés de emagrecer. Isso ocorre porque a grelina, hormônio da fome, aumenta muito em longos períodos de privação alimentar, e aí as pessoas comem mais depois, para compensar.


Café da manhã (Foto: Arte/G1)

  
      Pular o café pode piorar trabalhos durante a manhã, por diminuir o desempenho intelectual e a resistência no caso de uma atividade física. Os hábitos alimentares se formam quando o indivíduo ainda é pequeno, por isso é importante incentivar os menores a ampliar o paladar e provar várias opções de alimentos.


      Ao longo da infância, as necessidades nutricionais de vitaminas e minerais são maiores, principalmente por causa do crescimento. Nessa fase, portanto, as deficiências podem ser mais frequentes e suas consequências, mais sérias. Além disso, a fome diminui a habilidade da criança em responder aos estímulos ambientais, prestar atenção e obter informações.


      Diversos estudos mostram que, ao não fazer o desjejum, perde-se a oportunidade de consumir micronutrientes, o que não é compensado em outras refeições e pode causar prejuízos ao crescimento e ao desenvolvimento.


      O leite e seus derivados são as principais fontes de cálcio, mas o consumo fica muitas vezes restrito a um copo de leite no café da manhã. Nas outras refeições, a ingestão costuma ser muito baixa ou até inexistente.
Na infância e na adolescência, o cálcio contribui para a formação de ossos mais fortes e resistentes, prevenindo a osteoporose e possíveis fraturas na vida adulta. Além disso, a substância participa de várias outras funções no organismo, como divisão celular, contração muscular e transmissão de impulsos nervosos.

                                                      Heider Costa
                                             Consultor do Bem-Estar