quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Os 10 PIORES alimentos de Todos os Tempos!


Por: Michelle Schoffro Cook
“Você vai se surpreender com o primeiro lugar!”

10. Sorvete – Sei que todo mundo aqui ama sorvete, mas atualmente, ele não é só cheio de açucar. A maior parte dele é carregado de gorduras trans, corantes e sabores artificiais, muitos dos quais são conhecidos como neurotoxinas. Claro que existem variedades saudáveis, mas a maioria dos sorvetes são perigosos para sua saúde.

9. Salgadinhos de Milho – Desde que surgiram os alimentos geneticamente modificados, a maioria do milho que comemos é prejudicial a saúde. Milho causa oscilações rápidas de açucar no sangue, as quais você  pode observar nas mudanças de humor, ganho de peso ou irritação, entre outros sintomas. A maioria são fritos em óleos que viraram ranço e estão ligados a inflamação.

8. Pizza - Embora nem toda pizza seja ruim, a maioria das pizzas congeladas que estão disponíveis nos mercados  está cheia de condicionadores e conservantes artificiais. São feitas de farinha branca com corantes que  reagem em seu corpo como o açucar, causando ganho de peso e desequilíbrios de açucar no sangue.

7. Batata Frita – Não só as batatas fritas contém gorduras trans, que tem sido associadas a uma longa lista de doenças, como também contém uma das substâncias cancerígenas mais potentes em alimentos: a Acrilamida. A Acrilamida é formada quando as batatas são aquecidas a altas temperaturas. Além disso, a maioria dos  óleos de fritura tranformam-se em ranço na presença de oxigênio ou a altas temperaturas, resultando em comidas que causam inflamações no corpo. E, pesquisadores estão descobrindo que a inflamação é um fator em vários casos de doenças graves, incluindo: doenças cardíacas, câncer e artrite.

6. Batata Palha - Batatas-Palha oferecem todos os benefícios de saúde (nenhum) das batatas fritas,  mas de acordo com a revista “Health Canada”, batatas-palha contém os mais altos níveis de acrilamida, que é cancerígena.

5. Bacon – Sim, bacon! Que me desculpem os amantes do bacon, mas segundo uma pesquisa no jornal “Circulation”, consumo diário de carne processada com bacon pode aumentar o risco de doença cardíaca em 42% e de diabetes  em 19%. Um estudo na Universidade de Columbia, descobriu que comer bacon 14 vezes por mês danifica a função pulmonar e aumenta o risco de doenças no pulmão.

4. Cachorro-Quente – Um estudo da Universidade do Havaí constatou que o consumo de cachorro-quente e  outras carnes processadas aumenta o risco de câncer no pâncreas em 67%. Um dos ingredientes encontrados em ambos o bacon e o cachorro-quente é o nitrito de sódio. Essa substância cancerígena tem sido ligada a leucemia e tumores cerebrais em crianças. Outros estudos mostram que o nitrato de sódio também promove o câncer colorretal.

3. Rosquinhas - A maioria das rosquinhas tem de 35 a 40% de gorduras trans – o pior tipo de gordura que você pode comer. As gorduras trans estão ligadas a doenças cardíacas e cerebrais e também ao câncer. Você não tem idéia de quanto açucar e quantos condicionadores de massa artifical e aditivos alimentares uma rosquinha contém.

2. Refrigerante – Segundo um estudo divulgado pelo Dr. Joseph Mercola, uma lata de refrigerante tem cerca de 10 colheres de chá de açucar, 150 calorias, 30 a 55mg de cafeína e é carregado com corantes alimentares artificiais e sulfatos. Somente isso já deveria fazer você repensar seu hábito de tomar refrigerante. Se não fez, tem mais: o refrigerante é extremamente ácido. Demora mais de 30 xícaras de pH equilibrado de água para neutralizar a acidez de uma cola. Este resíduo de ácido pode ser extremamente difícil para os rins, uma vez que eles têm que fitrá-la. Além disso, os ossos agem como reservatórios minerais.  Minerais alcalinos como o cálcio são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez, o que pode enfraquecer o osso ao longo do tempo. Refrigerante também causa osteoporose, obesidade, cárie dentária e doenças cardíacas.

1. Refrigerante Diet – Refrigerante Diet é o vencedor dos Piores Alimentos de Todos os Tempos! Além de conter todos os problemas do refrigerante normal (que você viu acima) o refrigerante diete ainda contém aspartamente. Segundo pesquisa da autora de “Riscos do Açucar a Saúde”, Lynne Melcombe, o aspartame provoca as seguintes doenças: ataques de ansiedade, compulsão alimentar, ansiedade pelo açucar, defeitos no feto, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda de audição, palpitações do coração, hiperatividade, insônia, dor nas articulaões, dificuldades de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte. Os efeitos do  aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrom de fadiga crônica, epilepsia, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, doença de Lyme, doença de Meniere e esclerose múltipla. É por isso que o Refrigerante Diet é o pior alimento de todos os tempos!

   Elimine essas comidas da sua dieta!!


             Heider Costa
     Consultor do Bem-Estar



Alimentação na Terceira Idade!

                                           

terceira idade    
 As necessidades calóricas diminuem de 20% a 25% entre os 50 e os 65 anos. Depois desta idade, diminuem cinco a dez por cento em cada 10 anos. Por este motivo, é essencial reduzir o consumo de calorias não nutritivas, como o açúcar, o álcool ou a gordura.

    Com a idade, o apetite, o olfato e o paladar diminuem, tornando a comida menos atraente.
    Muitos idosos tem dificuldade em mastigar, além disso, azia, prisão de ventre, intolerância a lactose e outros problemas digestivos aumentam com a idade. Tudo isso faz com que eles não se alimentem direito.

     Assim, uma eventual má nutrição pode ser evitada dando-se atenção aos alimentos de pouco volume e calorias concentradas que sejam ricas em proteínas, vitaminas e minerais, e que são preparados de um modo saboroso.

    Os alimentos de baixo valor calórico devem ser escolhidos com cuidado, pois devem conter todos os elementos essenciais nas devidas proporções. Há uma necessidade evidente de alimentos com alto teor de proteínas, minerais e vitaminas.

Necessidades proteicas

    O aporte proteico não deve exceder 12 à 15 % das calorias, mas deve assegurar os ácidos aminados essenciais, em particular a Lisina, a Metionina e o Triptofano. No entanto, há que ter em atenção que os idosos adoecem mais frequentemente.

   A carência proteica do idoso surge sobretudo por fatores econômicos e sociais, estados depressivos, anorexia, mau estado de dentição, entre outros fatores.

Necessidade lipídicas

    É bem conhecida a relação que existe entre a gordura da dieta e os níveis de colesterol, assim como a relação deste com a arteriosclerose. Assim, as gorduras devem manter-se na proporção de 25 à 30% das calorias, sobretudo de origem vegetal (azeite e óleos alimentares ricos em gorduras monoinsaturadas e polinsaturadas), reduzindo ao máximo as de origem animal (manteiga, banha, enchidos, gema de ovo) e com colesterol alto.

Necessidades de carboidratos

   Os carboidratos constituem uma fonte importante de energia. O idoso deve consumir quantidades adequadas de carboidratos, para que a glicemia se mantenha dentro dos valores normais.

   Deve-se dar preferência aos carboidratos complexos representados pelos amidos, pois a absorção destes é lenta na medida em que eles devem ser previamente submetidos à digestão enzimática que os reduzirá a moléculas de glicose. Estão presentes em muitos alimentos de origem vegetal. Devem representar 50 à 60% do valor calórico total.

Necessidade de Vitaminas e Minerais


  Não há dados científicos de que as necessidades vitamínicas diminuam com a idade. Por este motivo, é seguro afirmar que as pessoas idosas necessitam de todas as vitaminas da mesma forma que quando mais jovens, em especial a vitamina A, as vitaminas do complexo B e vitamina C. A melhor maneira de assegurar o aporte de vitaminas diário está na dieta variada. Quando não estiver seguro, utilize produtos farmacêuticos polivitaminados de tipo geriátrico sob orientação de um médico.

Principais carências vitamínicas do idoso:

- Vitamina D: A carência desta vitamina surge principalmente devido a dois fatores: a falta de exposição ao sol e os regimes alimentares monótonos. Ajuda na absorção do cálcio.

- Vitamina B1: A carência desta vitamina surge devido a uma alimentação pouco diversificada ou ao abuso de açúcares refinados.

- Vitamina B12: A carência desta vitamina pode levar a uma situação comum no idoso, a anemia. Participa da formação das células vermelhas do sangue e mantém os nervos saudáveis.

- Vitamina C: A carência desta vitamina surge devido a regimes pobres em vegetais e frutas.

- Vitamina E: Esta carência surge quando a relação entre a vitamina E e as gorduras polinsaturadas não são adequadas.

Os minerais precisam de ser fornecidos em quantidades semelhantes às do adulto.

- Cálcio: São necessários 800 mg deste mineral por dia. Nos casos de Osteoporose, as necessidades situam-se á volta de 1000 mg/dia.

- Ferro: As necessidades de ferro aumentam para os idosos. Na mulher, diminuem muito depois da menopausa, tornando-se iguais às dos homens. Ainda assim, são conhecidos os estados frequentes de anemia nessa fase. Essas anemias resultam, de uma alimentação inadequada (regime alimentar monótono desprovido de alimentos ricos em ferro, como a carne, os ovos, os cereais e os legumes verdes) e, por outro lado, devido a uma má absorção.

- Iodo: É um elemento importante a considerar, pois a sua falta ocasiona frequentemente estados de hipotiroidismo nas pessoas idosas.

- Sódio: A sua restrição é conveniente pelas suas relações com a hipertensão e com a insuficiência cardíaca.

Necessidade hídricas e de fibras

   Os idosos necessitam de quantidades adequadas de líquidos e de fibras, a fim de evitar a obstipação (intestino preso), uma queixa entre comum entre os indivíduos nesta faixa etária.

   No idoso há uma tendência à desidratação. Assim, deve-se ingerir líquidos em quantidades suficientes, mas tendo o cuidado de não ser ingerido junto às refeições. O ideal é beber no mínimo 2L de líquidos no dia.

   Quanto á fibra, uma dieta normal contendo frutas, vegetais e cereais fornece uma dieta adequada neste elemento para a maioria das pessoas.
As refeições na terceira idade devem ser fracionadas em pequenas refeições mais vezes ao dia, assim como o indivíduo adulto, para que não "enche" muito o estômago (café da manhã - lanche da manhã - almoço - lanche da tarde - jantar - ceia).

   As refeições devem ser preparadas para facilitarem a mastigação e permitirem uma fácil digestão, evitando a utilização de condimentos fortes e comidas gordurosas.

Além disso, as refeições devem ser atrativas em termos de aspecto, de paladar e de consistência, a fim de estimularem o apetite.

   O aspecto visual da comida é muito importante. Até uma comida simples e bem apresentada poderá fazer com que o idoso sinta prazer em comer.

Dicas Gerais 

• Estabeleça horários para suas refeições;
• Coma com calma e mastigue bem os alimentos;
• Escolha pratos que proporcionem contrastes de cor, textura e sabor - use ervas e temperos. Uma pitada de noz-moscada ou canela pode compensar o paladar diminuído;
• Beba cerca de 2L de líquido por dia. Pessoas idosas geralmente sentem menos sede ou reduzem a ingestão de líquidos devido à incontinência urinária. Isso pode contribuir para prisão de ventre e problemas renais, além de aumentar o risco de desidratação no verão;
• Se você tem problemas de mastigação, não há necessidade de fazer dieta líquida. Em vez disso, prepare peixe ou carne cozida e purês de legumes, sopas e outros alimentos nutritivos;
• Ingira alimentos ricos em cálcio como: leite, queijos, iogurtes, coalhadas, aveia, soja, sardinha gergelim, etc. Previne a osteoporose e mantém os ossos saudáveis;
• Ingira alimentos ricos em vitamina C como: acerola, caju, goiaba, laranja, melão, banana, tomate, limão, pimentão verde. Ajuda a prevenir as infecções e melhora a absorção do ferro;
• Ingira alimentos ricos em ferro como: carnes, gema de ovo, fígado, melado de cana, feijão, farelo de trigo e soja. Sua falta causa anemia, cansaço, diminuição do apetite, irritação e dores de cabeça;
• Ingira alimentos ricos em vitamina B12 como: vegetais verdes, ovos, cereais, carne, fígado, peixe, feijão, queijo, miúdos, leite, banana e abacate. Participa da formação das células vermelhas do sangue e mantém os nervos saudáveis;
• Vitamina D presente nos: óleo de fígado de peixe e de bacalhau, gema de ovo, raios solares, leite;
• Coma mais fibras para previnir a prisão de ventre:frutas, verduras, leguminosas e alimentos integrais;
• Faça atividade física diariamente sempre com uma orientação profissional.


    Nenhuma informação deste site substitui uma orientação nutricional! Consulte um nutricionista para um plano alimentar individualizado.
     
     

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A comida que Emagrece.

    REPORTAGEM DA REVISTA ISTO É Independente.

    A ciência revela que vários nutrientes são capazes de estimular o corpo a evitar o ganho de peso. As descobertas estão modificando o cardápio de quem está de dieta e incentivam a indústria alimentícia a criar produtos que ajudam na luta contra a balança.


     Se você está procurando caminhos mais eficazes para perder peso, que tal inserir alguns alimentos no cardápio, em vez de apenas riscar do menu as opções que engordam? Se a sugestão assustou, relaxe. Na verdade, trata-se de uma das mais modernas e espertas estratégias traçadas pela ciência para ajudar quem deseja emagrecer: usar a nosso favor o poder de determinados alimentos para nutrir e ao mesmo tempo evitar o acúmulo de peso. É a comida que emagrece. A descoberta de que, sim, ela existe foi uma das mais importantes informações obtidas nos últimos anos pelos estudiosos que se dedicam a investigar saídas contra a obesidade. “Chegamos à conclusão de que o caminho para acumular menos calorias não é simplesmente cortá-las”, disse à ISTOÉ Darius Mozaffarian, da Universidade de Harvard (EUA). “Hoje sabemos que ingerir mais de diversos tipos de alimentos está associado à perda de peso”, completou.

   O que o pesquisador americano está afirmando aqui não se refere à velha máxima de que se deve aumentar o consumo de opções com menor quantidade de calorias se o objetivo é emagrecer. A recomendação continua correta, é claro. O que o cientista quer dizer é que dezenas de pesquisas estão demonstrando que vários alimentos ajudam a prevenir o ganho de peso não por causa da quantidade de calorias que apresentam – ou não somente por isso –, mas devido à ação de nutrientes específicos que impedem o depósito de gordura no organismo.

   Essa nova linha de abordagem tem como embasamento a constatação de que os efeitos da comida no organismo e a nossa relação com os alimentos são muito mais complexos do que se imaginava. “Há, por exemplo, uma ligação importante entre o cérebro e o aparelho digestivo”, afirma o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente eleito da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade. De fato, descobriu-se a existência de uma espécie de segundo cérebro no corpo: cerca de 100 milhões de células nervosas, do mesmo tipo das que existem no cérebro, estão distribuídas pelas paredes do estômago, esôfago e intestino. E elas estão lá com um propósito claro: participar da regulação das sensações de fome e saciedade. Por meio delas são gerados sinais que vão do intestino ao cérebro avisando quando é hora de parar de comer.

   E o que se verificou foi que o envio desses avisos está vinculado ao tipo de alimento em trânsito no aparelho digestivo. Alguns, como carboidratos simples, presentes em pães e massas brancas, por exemplo, demoram mais para estimular os sinais de saciedade. Outros, ao contrário, são mais rápidos na tarefa. Entre eles estão os óleos e gorduras. “Hoje, o estudo da digestão precisa levar em conta o funcionamento do intestino-cérebro”, afirmou à ISTOÉ Heribert Watzke, conselheiro científico do centro de pesquisa em alimentos da Nestlé, na Suíça. “Ele deve ser considerado como um órgão neurológico ativo.”

  O pesquisador está concentrado em estabelecer meios de prolongar o tempo de permanência dos alimentos no intestino para aumentar a percepção e a duração da saciedade. Com essa perspectiva, Watzke e sua equipe trabalham em modificações na estrutura do óleo de oliva para que ele seja digerido mais lentamente e fique por um tempo maior no intestino. “Descobrimos que um dos produtos resultantes da digestão do azeite, os monoglicerídeos, desaceleram o processo se estiverem presentes desde o início nesse alimento”, contou ­Watzke. Eles criaram em laboratório moléculas de monoglicerídeos e as adicionaram ao azeite. Após a alteração, sua permanência no intestino foi mais prolongada, aumentando a saciedade.





 
Acesse também: http://www.istoe.com.br/reportagens/150329_A+COMIDA+QUE+EMAGRECE#.TkERbk7Lu7E.facebook
 
                  
                                                       Heider Costa.
                                               Consultor do Bem-Estar

Dormir é perda de tempo?

Dormir é perda de tempo?

dormireperdadetempoQuer ter uma boa noite de sono? Veja aqui uma receita para isso!

Você dorme bem? Provavelmente, não, de acordo com os resultados de uma das maiores pesquisas brasileiras já realizadas sobre o sono. Em julho de 2006, cerca de 43 mil pessoas participaram do estudo durante a 2ª Semana Brasileira do Sono. Os resultados revelaram que 44% dos brasileiros não dormem bem, 31% têm alguma dificuldade para dormir, 52% dormem pouco e acordam cansados, 42% se sentem sonolentos durante o dia, e 28% roncam.

     Com tantas obrigações e preocupações que a vida moderna traz, dormir ficou em segundo plano. Alguns pensam que dormir é perda de tempo. Outros querem dormir melhor, mas não conseguem. Trânsito, televisão, cinema, internet, filhos e dupla jornada de trabalho são alguns dos inimigos de uma boa noite de sono.
    Dormir bem é absolutamente essencial para a saúde física, mental e espiritual. Cerca de um terço da vida passamos dormindo. É durante o sono que as funções corporais e mentais são restauradas e o corpo é preparado para enfrentar o dia seguinte. Entretanto, a grande maioria das pessoas não dorme adequadamente, o que pode ocasionar sérios problemas de saúde, como veremos adiante.

    Dormir mal ou pouco pode causar irritabilidade, perda de memória, depressão e dificuldade de concentração. Em adultos, descobriu-se que a falta de sono influencia negativamente na capacidade de avaliar riscos e de tomar decisões. As crianças também são afetadas. Dormir tarde prejudica a liberação do hormônio de crescimento, deixa as crianças mais irritadas e com menor capacidade de concentração na escola.
    Além disso, quando dormimos mal por muito tempo, nosso corpo sofre alterações fisiológicas que podem estar relacionadas com a obesidade e o diabetes. Num artigo recente publicado na revista Circulation, médicos americanos concluíram que qualidade de sono inadequada está relacionada com aumento da pressão arterial, inclusive em adolescentes.

    Faça ajustes na sua agenda para dormir mais e melhor. Lembre-se de que as horas de sono antes da meia-noite são essenciais para um bom descanso, então procure ir para a cama cedo e dormir de 7 a 8 horas por noite. A receita para uma boa noite de sono é a seguinte:

(1) procure dormir num quarto escuro, silencioso e bem ventilado,
(2) vá para cama com o estômago vazio (jantar leve até três horas antes de dormir),
(3) faça atividades físicas moderadas durante o dia, e
(4) esteja com a consciência limpa e em paz com os outros e com Deus.

   Siga essas orientações e melhore sua saúde, espiritualidade, humor, produtividade e eficiência.

Att. Heider Costa

Skype: heider.costahbl
email: heidercosta.herb@yahoo.com.br
MSN: heidinho_89@hotmail.com



 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Importancia das Vitaminas e Minerais!

VITAMINAS E MINERAIS
vitaminas
 
Vitaminas...
 São elementos nutritivos indispensáveias à vida, que possuem na sua estrutura compostos nitrogenados (AMINAS), os quais o organismo não é capaz de sintetizar e que, se faltarem na nutrição, provocarão manifestações de carência ao organismo. O corpo humano deve receber as vitaminas através da alimentação, por administração exógena (injeção ou via oral), ou por aproveitamento das vitaminas formadas pela flora intestinal (algumas vitaminas podem ser produzidas nos intestinos de cada indivíduo pela ação da flora intestinal sobre restos alimentares). 
 
Vitaminas lipossolúveis - São solúveis na presença de lipídios, por isso necessitam da presença da gordura para serem melhores absorvidas pelo nosso organismo. São elas: A, D, E e K.
Vitaminas hidrossolúveis - São vitaminas solúveis em água. São elas: do complexo B e C. 


Vitamina A (retinol)
Presente nos alimentos amarelo-alaranjados, nas folhas verdes escuras e sob a forma de retinol em alimentos de origem animal.. Ex: cenoura, manga, moranga, mamão, espinafre, brócolis, rúcula, agrião, gema do ovo, leite, fígado, etc. Ela possui papel fundamental no crescimento ósseo, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial, aumenta a imunidade, importante para combater os radicais livres (ação antioxidante), previnindo o envelhecimento celular. Sua deficiência é uma importante causa de cegueira de crianças em alguns países em desenvolvimento.

Vitamina D (calciferol)
Presente peixes gordurosos, como sardinhas, cavala, atum, ovos, alimentos fortificados como margarina e alguns cereais matinais. Ela é muito importante para o crescimento e manutenção dos ossos, porque controla a absorção de cálcio e fósforo, que são essenciais ao metabolismo do osso. Crianças que não recebem suficiente vitamina D desenvolvem raquitismo; adultos desenvolvem ossos fracos e moles, uma condição chamada osteomalacia. A vitamina D pode ser produzida em sua pele através dos raios ultravioletas da luz solar. Sua deficiência, pode acontecer em indivíduos que incluem pouca vitamina D em suas dietas e cuja pele é raramente exposta ao sol - por exemplo, pessoas idosas. Grandes doses podem levar a altos níveis de cálcio, especialmente em crianças, o que pode resultar em má formação do osso, apesar disto ser extremamente raro. Não existem recomendações referentes à dieta para adultos que levam uma vida normal envolvendo exposição ao sol.

Vitamina E (tocoferol)
Presente no gérmem de trigo, óleo de gérmem de trigo, óleo de soja, arroz, algodão, milho e girassol, gema de ovo, nozes, vegetais folhosos e legumes. É um inportante antioxidante, atua na prevenção do envelhecimento precoce das células, estimula o sistema imunológico, reduz o risco de cataratas, protetor contar doenças cardiovasculares, previne o câncer e doenças da pele. Sua deficiência em humanos é rara, ocorrendo apenas em bebês prematuros e em indivíduos com síndrome de má-absorção. 

Vitamina K
Presente na alface, couve, couve-flor, espinafre, repolho, leite, os vegetais de folhas verde-escuro são as melhores fontes desta vitamina. A vitamina K está envolvida na coagulação do sangue e sua deficiência acarreta ferimentos e sangramento excessivo. Sua deficiência causa tendências à hemorragias e dificuldade de cicatrização, porém ela é rara, exceto em recém-nascidos e indivíduos que têm alguma doença afetando a absorção de vitaminas ou o metabolismo, como pacientes com doença hepática crônica. 

Vitamina C (ácido ascórbico)
Presente especialmente nas frutas cítricas, kiwi, melão, laranja, goiaba, acerola, manga, morango, tomate, couve, agrião, tangerina. É muito importante para o crescimento, desenvolvimento, ajuda no processo de cicatrização, estimula o sistema imunológico (ajudando a previnir resfriados), estimula a síntese de colágeno, mantendo a elasticidade e a integridade da pele, importante para ossos, dentes, músculos e tendões. A vitamina C também estimula a absorção do ferro no intestino. Os indivíduos que não ingerem vitamina C suficiente, desenvolvem uma condição chamada escorbuto, que causa fadiga, sangramento e má cicatrização. A deficiência de vitamina C é rara em indivíduos saudáveis, mas pode afetar pessoas com doenças como o câncer, síndrome de má absorção e alcoolismo, ou aqueles com alimentação intravenosa. Ela é facilmente destruída por calor e luz, portanto estes alimentos devem ser armazenados em local fresco e escuro e preparados ou cozidos da maneira mais rápida possível. Ela é considerada um potente antioxidante e atua contra os radicais livres. O consumo de muita vitamina C pode ser prejudicial, causando diarréia e pedras nos rins. Como a vitamina C ajuda na absorção do ferro, doses muito altas podem levar a um excesso de ferro.

Vitamina B1 (tiamina)
Presente nos cereais integrais, miúdos, carne de porco, nozes, ervilhas, feijão, gema de ovo, cevada, carnes em geral, batata, couve, vagem, quiabo, banana, mamão. Protege o sistema nervoso, estimula o apetite e participa do funcionamento da musculatura e do coração. A tiamina promove o processamento dos carboidratos, gordura e álcool. Sua deficiência causa uma doença conhecida como beribéri, onde os indivíduos não podem processar os carboidratos ou gorduras adequadamente, e desenvolvem variados sintomas, incluindo problemas cardíacos, neurológicos, dores nas articulações inflamação nos nervos, fraquesa e falta de apetite.
Vitamina B2 (riboflavina)
Presente na couve, miúdos, leite, queijos, ervilha, ovo, arroz integral, cenoura, mandioca, mandioquinha, tomate, feijão, abacate, abacaxi, goiaba, mamão e manga. Auxilia na digestão das proteínas, carboidratos e gorduras, protege a pele e os olhos. Sua deficiência pode causar doenças de pele, dificuldade na digestão dos alimentos e avermelhamento dos olhos.

Vitamina B6 (pirodoxina)
Presente na banana, abacate, laranja, tomate, maçã, frango, peixe, porco, ovos, miúdos, aveia, amendoim e soja. Importante no metabolismo dos carboidratos e aminoácidos não essenciais. As bactérias do intestino produzem esta vitamina e parte dela é absorvida através da parede intestinal. Os suplementos de pirodoxina são consumidos por muitas mulheres para tratar os sintomas pré-menstruais, mas não há evidência conclusiva mostrando que eles possuem efeitos benéficos. Sua deficiência causa problemas de pele como dermatite seborréica ao redor dos olhos, nariz e boca.
Vitamina B12 (cianocobalamina)
Presente nos alimentos de origem animal (laticínios, como fígado, rim, músculo e peixe). É necessária para o bom funcionamento das células, particularmente as da medula óssea, trato gastrointestinal e sistema nervoso. Está envolvida na produção dos glóbulos vermelhos. Sua deficiência causa anemia perniciosa, glossite, distúrbios gastrointestinais.
Minerais...
Elementos inorgânicas necessários à vida. Participam de uma série de processos bioquímicos e fisiológicos necessários à manutenção da saúde. Não são sintetizados pelo organismo, o que significa que devemos ter uma alimentação balanceada para garantir uma boa oferta dos minerais.
Cálcio - Presente nos leite e derivados (queijos, leites, iogurtes, creme de leite...), vegetais verdes escuros (brólolis, mostarda, couve, agrião, rúcula...) e peixes. Importante para formação de tecidos, ossos, dentes, participam da contração muscular, age na coagulação do sangue e na oxigenação dos tecidos e regula os batimentos cardíacos. Sua deficiência causa osteoporose, osteomalácia e raquitismo.

Fósforo -
Presente nas carnes, miúdos, aves, peixes, ovos, leite e derivados, nozes e cereais integrais. Atua na formação de ossos e dentes; indispensável para o sistema nervoso e o sistema muscular; junto com o cálcio e a vitamina D, combate o raquitismo. Sua deficiência causa dores ósseas, fraturas, perda de memória, falta de apetite.

Potássio -
Presente nas carnes, leite, cereais, gérmem de trigo, frutas (principalmente banana e laranja), amendoim torrado, beterraba, cenoura, castanhas (cajú e pará). Aumenta a capacidade de contração muscular e atua nas funções dos rins e coração. Sua deficiência causa diminuição da atividade muscular, insuficiência cardíaca, vômitos e dilatação do coração.

Ferro -
Presente nas carnes, fígado, rim, coração, gema de ovo, mostarda, almeirão, brócolis, beterraba, açaí, leguminosas (feijão, lentilha, feijão branco...), cereais integrais, frutas secas e aveia. Indispensável na formação do sangue; participa do transporte de oxigênio aos pulmões e para as células de todo o corpo, previne a anemia. Melhor absorvido junto com alimentos ricos em vitamina C. Sua deficiência causa anemia.

Cobre -
Presente no figo seco, banana, damasco, passas, ameixa, batata, espinafre, aves, chocolate, miúdos, cereais e ostras. Age na formação da hemoglobina (pigmento vermelho do sangue) atua como antioxidante.

Selênio -
Presentes nos alimentos marinhos e castanha do Pará. Atua como antioxidante, ativa o metabolismo dos hormônios da tireóide. A baixa ingestão do selênio estaria relacionada com o câncer.

Manganês
- Presentes nos grãos integrais, legumes, castanhas, café solúvel, mel e chá. Atua na formação dos tecidos, ossos e dentes; ajuda a metabolizar os carboidratos; controla a excitabilidade neuromuscular. Sua deficiência causa sensibilidade ao frio e ao calor.

Silício -
Presentes nos grãos integrais, amora, aveia, escarola, alface, abóbora, azeitona e cebola. Age na formação dos vasos e artérias e é responsável pela sua elasticidade; atua na formação da pele, das membranas, das unhas e dos cabelos; combate as doenças da pele e o raquitismo.

Zinco -
Presentes nas carnes, fígado, peixes, ovos, leguminosas e nozes. Atua no controle cerebral dos músculos; ajuda na respiração dos tecidos; participa no metabolismo das proteínas e carboidratos. Sua deficiência diminui a produção de hormônios masculinos e favorece o diabetes. 

Atenção: quem deve diagnosticar uma falta ou excesso de vitaminas é o médico ou nutricionista.
Por isso, antes de começar a tomar qualquer tipo de vitamina procure um médico ou nutricionista.


Att. Heider Cost     

Skype: heider.costahbl
          email: heidercosta.herb@yahoo.com.br
MSN: heidinho_89@hotmail.com
 

sábado, 6 de agosto de 2011

Gorduras Omega 3 e Omega 6

            Ômega 3 e Ômega 6.

 

Em Busca do Equilíbrio Perdido..

O Que São:

   São ácidos graxos poliinsaturados, essenciais para uma dieta saudável, porque os humanos não podem sintetizá-los e precisam obtê-los através dos alimentos.
    Para melhor entendermos onde se encontram, façamos primeiro um esquema dos tipos de gorduras conhecidas:


       Gorduras Saturadas:
  • carnes vermelhas
  • laticínios integrais e derivados
  • óleos: de côco, de cacau, de palmeira
       Gorduras Poliinsaturadas
  • ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA-3: peixes gordos (água fria), sementes e óleo de canola, sementes e óleo de linho, abacate...
  • ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA-6: óleos vegetais de milho, soja, girassol
  • ÓLEOS MONOINSATURADOS: azeitonas e azeite (ou óleo de oliva), de algodão, de milho; sementes e óleo de canola

       Óleos Transgordurosos ("TRANS"):

   Nome derivado de transverso, devido à sua estrutura de átomos se apresentar de forma invertida.

   São produzidos a partir de óleos ricos em ômega-6 por hidrogenação, processo industrial que transforma os óleos líquidos em pastosos, pelo contato do hidrogênio, para dar aos alimentos uma aparência crocante, cremosa, aumento do tempo de vida útil do produto na prateleira, ou seja, leva mais tempo para deteriorar, barateando o processo de produção para a indústria, mas, por outro lado, as pesquisas científicas mais avançadas estão indicando cada vez mais que, em termos de saúde, está saindo mais caro para quem os consome.

Alguns exemplos de produtos que contêm gorduras "trans":
  • margarinas
  • molhos para saladas prontos
  • batatas fritas em pacotes e de fast-food
  • congelados
  • salgadinhos de pacote
  • maioneses
  • bolos prontos, biscoitos recheados, bolachas tipo cream crackers..
  • pipocas de microondas
  • achocolatados

    Na verdade, a preocupação dos médicos e cientistas que pesquisam o assunto é que ainda há muitos alimentos prontos para o consumo existentes no mercado que, por não trazerem em seus rótulos a especificação do teor de gorduras "trans", estão sendo consumidos inadvertidamente. Um avanço neste setor é que a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou que, a partir de agosto de 2006, todos os produtos são obrigados a trazer em seus rótulos, além das outras especificações do alimento, o conteúdo dessas gorduras.



       CONSUMOS
       
       
   Na maior parte dos casos os consumos são muito reduzidos, e, aumentar a ingestão de alimentos ricos em ómega 3 seria benéfico na maioria das dietas. Esta situação pode ser alcançada comendo, por exemplo, peixes gordos uma a duas vezes por semana e substituindo ocasionalmente o óleo de girassol por óleo de colza.

                    


                                               
                                            A PERDA DO EQUILÍBRIO

    Em tempos remotos, por sua própria condição errante, nomádica, sempre em busca do alimento, o homem tinha obviamente uma dieta muito mais rica em frutas, fibras, vegetais, peixes, caça e, naturalmente, um padrão mais equilibrado em relação aos ácidos ômega-3 e ômega-6, numa proporção de quase 1:1, ou seja, uma parte de ômega-3 para cada parte de ômega-6. Além do que, tudo isso requeria um esforço físico e uma necessidade de constante movimento, o que fazia dele um ser NÃO SEDENTÁRIO.

    Na idade moderna, com a fixação do homem à terra, através do desenvolvimento da agricultura, o aparecimento dos grandes cidades, das grandes indústrias, e, conseqüentemente, da pressão pelo consumo mais fácil, dos alimentos processados, e aí chegamos na alimentação, esse equilíbrio foi se perdendo e se deteriorando, e, hoje, está por volta de 10-20: 1, ou seja, consumimos apenas UMA parte de alimentos contendo ácidos graxos ômega-3 para 10 a 20 partes de alimentos contendo os ácidos graxos ômega-6, o que se configura em uma desproporção inédita. Além disso, tornamo-nos seres SEDENTÁRIOS.

   Ou seja, a dieta ocidental caracteriza-se pela falta de ácidos ômega-3 e tem excesso de ácidos ômega-6..

     DE QUE FORMA ESSE DESEQUILÍBRIO PODE ATUAR NO ORGANISMO

    Essa desproporção crítica nos deixou expostos à numerosas doenças, e muitas de suas conseqüências já são registradas pela literatura médica:
  • saúde mental: percepção da memória, doenças degenerativas como arteriosclerose, Alzheimer, depressão grave
  • doença cardíaca coronária (representa 50% da mortalidade cardiovascular total),
  • agregação de plaquetas (trombose),
  • vários tipos de câncer
  • vasoconstrição
  • elevação pressão arterial;
  • elevação dos triglicerídeos no sangue
  • asma;
  • psoríase;
  • colite ulcerativa
  • doenças ósseas

           QUAIS OS BENEFÍCIOS DE UM EQUILÍBRIO MAIS COERENTE?

Não se pode mudar da noite para o dia e recuperar a perda ocorrida durante quase toda a evolução humana, mas, o que se aconselha com urgência é tentar reverter esse desequilíbrio da melhor forma que pudermos, e no início toda a mudança pode fazer uma grande diferença. O ideal seria chegar a uma proporção de DUAS PARTES OU MENOS DE ÔMEGA-6 PARA UMA PARTE DE ÔMEGA-3.

    Alguns exemplos dos benefícios obtidos quando consumimos mais alimentos ricos em ômega-3:
  • são necessários para o crescimento
  • são essenciais para o sistema nervoso e cardiovascular
  • atuam desenvolvimento ocular e do cérebro
  • propriedades antiinflamatórias, antitrombóticas, antiarrítmicas, vasodilatadoras
  • reduzem os lipídios no sangue
  • auxiliam na regulação da coagulação do sangue, da pressão sangüínea e da imunidade...
                       
                          SUGESTÕES PARA A BUSCA EQUILÍBRIO

    Na hora de compor sua dieta, sugerimos ter em mente que o equilíbrio aqui mencionado é uma necessidade vital, não uma obrigação. Portanto, nossa primeira sugestão é usar o bom senso!
  • mais peixes (2 a 3 vezes por semana), preferentemente os de água fria, (atum, enchova, salmão, truta, sardinha) OU o uso de SUPLEMENTOS de Omega 3..
  • mais verduras e legumes (espinafre, mostarda...
  • mais frutas (diariamente)..abacate
  • nozes e noz pecan
  • preferência para margarinas enriquecidas com ômega-3
  • óleos recomendados: oliva e canola
  • grãos e sementes (ervilhas, feijões...)
  • evitar óleos "trans" (hidrogenados): margarinas, maionese, molhos prontos, frituras,
  • evitar alimentos fritos e, principalmente, as frituras de imersão e de alta temperatura, que podem destruir os ácidos ômega-3;
  • diminuir o consumo de gorduras saturadas (carnes vermelhas, laticínios e derivados
  • atividade física sob todas as formas, sempre com orientação de um profissional de saúde;

             ONDE QUEREMOS CHEGAR..

   Em termos mais filosóficos, se acreditamos que somos aquilo que comemos, talvez a pergunta que podemos fazer é: será que estamos gostando dessa identidade?

   Nessas últimas três décadas de experimentação desse estilo de vida ?prático? será que nossa saúde ganhou ou perdeu?

   Também lembramos que nosso padrão cultural, a aí se inclui nossos hábitos alimentares, é repassado para as novas gerações, o que nos impõe uma certa dose de responsabilidade, se não quisermos ver nossos jovens desenvolvendo certas doenças, antes características de um envelhecimento natural, e morrendo cada vez mais cedo, o que já aparece nas estatísticas científicas.

    Os pesquisadores trabalham, primordialmente, com pesquisas em populações humanas, e essas pesquisas mostram claramente que existem certas tendências em nossas populações, principalmente a ocidental, como o constante crescimento da obesidade, doenças cardíacas coronárias, morte súbitas, cânceres etc. em indivíduos cada vez mais jovens.

    Uma das pesquisas mais importantes, da qual nasceu o conceito da Dieta do Mediterrâneo, envolveu os habitantes da Ilha de Creta (Mediterrâneo), e mais tarde abrangeu os outros países da bacia do mediterrâneo, cujas populações tinham mantido em sua dieta o equilíbrio entre os ácidos essênciais ômega-3 e ômega-6 praticamente inalterado.

    Talvez estejamos no limiar de uma nova revolução, uma vez que, infelizmente para muitos, essa inércia, disfarçada de conforto, já cobrou um preço bem caro!



         Heider Costa.
Consultor do Bem-Estar

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Os Riscos de Medicamentos Usados para Controle de Peso.

Os Riscos dos Remédios para Emagrecer

 


     Muitas pessoas não medem esforços para emagrecer, colocando até mesmo sua saúde em risco. A procura de remédios para emagrecer aumentou muito no Brasil, assim como seu uso.

   De acordo com o relatório divulgado pela Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), órgão das Nações Unidas, as pessoas tem consumidos cada vez mais esses tipos de remédios, correndo sérios riscos devido aos efeitos colaterais que podem ser causados.

 
     Muitos acabam se preocupando tanto com a aparência, com a estética, com os padrões de beleza que são impostos e não percebem os perigos que podem ser causados pelo uso desses remédios.

    Para tratar a obesidade é necessário um trabalho progressivo, aos poucos para que seja eficaz. Utilizar medicamentos querendo resultados cada vez mais rápidos para chegar ao emagrecimento pode resultar em outros problemas e comprometer a solução para o aumento de peso.

    O remédio usado com este objetivo causa diferentes ações no organismo e muitos efeitos colaterais. O uso sem prescrição médica dessas substâncias pode causar efeitos como irritação, insônia, ansiedade, taquicardia, dor de cabeça, dependência, diarréia, deficiência de vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K), perda muscular, e etc.

    Para um bom resultado é necessário o acompanhamento de um profissional especializado, respeitando o quadro do paciente e o uso determinado na indicação.

   Por tanto, ter consciência dos problemas que esses remédios podem causar, serve para fazer as pessoas mudarem de atitudes em relação ao uso e abuso desses medicamentos, procurando formas mais saudáveis de melhorar não somente a aparência, mas também a saúde. 

                       PERCA PESO  SEM PERDER SAÚDE!


  
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